sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A VIDA EM FLOR DE D. BÊJA




    A estranha figura dessa cortesã que foi diretamente responsável pela integração em Minas de parte considerável de seu território (queiram ou não os seus inimigos de hoje) revivida num romance que fixa o Ciclo do Povoamento das Gerais. Bêja foi mulher que viveu na confusão do povoamento primitivo de Farinha Podre e que teve a possibilidade de fazer uma vida cercada de conforto. 

    Esse livro foi transformado em novela pela extinta TV MANCHETE com o nome de D. BEIJA, com sucesso não só em todo o Brasil como em vários países do mundo: Portugal, Espanha, Grécia, Rússia, Cuba, na América Central e do Sul.


    Maitê Proença foi Beija na TV, sendo um dos maiores sucessos na carreira da atriz!





CHICA QUE MANDA




    A célebre mulata Chica da Silva, que viveu no auge do Ciclo do Diamante nas Gerais, revivida juntamente com sua época de fausto e grandeza.

   Este livro foi transformado em novela pela extinta TV MANCHETE em comemoração ao centenário de nascimento de Agripa Vasconcelos acontecido em 1996, com uma enorme audiência em todo o Brasil. Foi exibida também na Europa, a começar por Portugal.


    Taís Araujo iniciou sua carreira na TV no papel de Xica, sendo posteriormente conhecida em todo o país.
 



FOME EM CANAÃ

   


   A história da ascensão e decadência das grandes propriedades rurais, contada com sabor de verdadeiro romance nessa história do Ciclo do Latifúndio nas Gerais.

    Ao final do volume existe um interessante elucidário de expressões regionais, verbetes e topônimos, do tempo revivido nesse romance.


Sinopse de GONGO SÔCO



    O Ciclo do Ouro nas Gerais, recriado com requintada riqueza de detalhes através da figura contraditoriamente mesquinha e generosa do Barão de Catas Altas. No seu apogeu ninguém possuiu tanta riqueza quanto ele. Riqueza tão grande que suas mansões faziam sombra até às côrtes da Europa, tão formidável que despertou a curiosidade do próprio Imperador D. Pedro I, que por duas vezes foi hóspede do nababo.

    Mesmo tendo vivido na modéstia da vida mineira, Agripa Vasconcelos descreve o fausto do Gongo Sôco, combina iguarias com vinhos com sabedoria de ‘gourmet’, veste as personagens com a riqueza dos costureiros afamados.


Sinopse de CHICO REI




     Dramático retrato do Ciclo da Escravidão nas Gerais, através da história de um rei que foi feito escravo, alforriou-se e revolucionou a antiga Vila Rica, hoje Ouro Preto. 

    CHICO REI mostra o que foi verdadeiramente a escravidão em Minas – um sistema de exploração do trabalho humano em que nunca a generosidade de alguns senhores foi maior que a crueldade da maioria deles. 

    Ao final do volume existe um interessante elucidário de expressões regionais, verbetes e topônimos, do tempo revivido nesse romance.

OURO VERDE E GADO NEGRO




     OURO VERDE E GADO NEGRO é um romance histórico, publicado pelo SESC/MG, sobre a escravidão e o café no Brasil e que o autor Agripa Vasconcelos considerava seu melhor livro!

   Ao final do volume existe um interessante elucidário de expressões regionais, verbetes e topônimos, do tempo revivido nesse romance.
   
   Este livro não é comercializado, mas pode ser encontrado nas bibliotecas do SESC em todo o Brasil!

  Para aqueles que gostam deste tipo de leitura é uma sugestão imperdível!


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Sinopse de SÃO CHICO


Aluízio Viana* nos conta sobre esse romance histórico de Agripa Vasconcelos:
























    "Neste romance, Agripa faz uma síntese histórica da evolução do nordeste brasileiro mostrando a lenta decadência dos engenhos, engolidos lentamente pela modernidade das usinas de açúcar, a paulatina introdução das ideias de luta de classes trazidas pelos sindicatos trabalhistas, o surgimento das Ligas Camponesas e a consequente agitação social e política da época e a situação de abandono social em que o nordeste é deixado pelas autoridades políticas. Como em outros romances, o autor utiliza o narrador para demonstrar, com uma visão crítica, sua amargura em relação aos homens, à política, aos caminhos do país; e revela sua admiração e esperança no grande país que é o Brasil."


* Obrigado, José Aluízio Viana! 
(membro da ACAV - Associação Cultural Agripa Vasconcelos, em Matozinhos/MG)