sábado, 3 de outubro de 2015

Lançamento de livro



     Foi com grande alegria que recebemos a notícia do Prof. Dr. Fúlvio Cupolillo (fcupolillo@gmail.com) que seu livro, "Diagnóstico Hidroclimatológico da Bacia do Rio Doce", foi editado. Nele encontra-se "Chuva do Mar", do escritor Agripa Vasconcelos, pois Agripa faz menção às chuvas temporárias no baixo e no médio Rio Doce nessa comovente poesia.
     Agradecemos muito a lembrança do nome de Agripa nesse trabalho e te desejamos sucesso e muitas vendas, através do site:
Currículo resumido do Prof. Fúlvio:
Possui graduação em Geografia (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade Federal de Minas Gerais (1982), Especialização Lato Sensu em Geografia Humana pela Pontifício Universidade Católica de Minas Gerais(1984), Mestrado em Meteorologia Agrícola pela Universidade Federal de Viçosa (1997) e Doutorado em Geografia - Área de concentração: Análise Ambiental pela Universidade Federal de Minas Gerais (2008). Foi Coordenador do Instituto Nacional de Meteorologia-5º Distrito de Meteorologia (INMET/5ºDISME), no período e 2005 a 2010. Atualmente é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais - IFMG. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Climatologia, atuando principalmente nos seguintes temas: el niño, veranico, anticiclone subtropical do atlântico sul, Zona de Convergência da América do Sul, climatologia e espacialização.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Projeto Caixa-Estante


     O Projeto Caixa-Estante, da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, em 

BH/MG, completa 46 anos de atividades levando leitura para os que não têm 

acesso à sede da instituição. Confira a matéria completa http://bit.ly/1KQYBms




sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Chegada da primavera



TEU SANGUE HÁ DE FLORIR EM ROSAS ESCARLATES...
Peregrino, sofreste as traições mais tenazes
E laceram teus pés as estradas que bates.
Visite morrer, com o temo, os teus sonhos falazes,
E abaixaste a tua fronte em traiçoeiros combates.

 
Não te importes, porém! Nas romagens que fazes
Terás um galardão, tu que às dores te abates!
Tuas lágrimas vão ser açucenas lilases,
Teu sangue há de florir em rosas escarlates...

 
Há – de restar de ti, dos teus íntimos prantos,
Lição para os heróis, os mártires e os santos...
Mas quando fores pó, no turbilhão medonho,

 
Ficarão para o Ideal, sob os mesmos intentos,
Com uma estrada fiel – teus roteiros sangrentos,
Com uma rosa branca, a mulher de teu Sonho.